Monday 9 December 2019
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voaportugues - 22 days ago

Forças Armadas guineenses reiteram isenção no precesso eleitoral sem tropas estrangeiras

Os seis chefes de Estado de países da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) que deviam ter visitado a Guiné-Bissau no sábado, 16, continuam à espera do relatório da missão dos chefes militares que esteve no país a preparar o envio de 1800 militares. Esta é versão que circula enm Bissau desde sábado, no dia em que o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas guineenses alertou que tropas estrangeiras não entram no país. “São nossos colegas militares e eu faço parte do comité dos Chefes do Estado Maior General da CEDEAO, portando garanto-vos que os efetivos militares não virão a Guiné-Bissau, talvez a polícia”, disse o general Biaguê Na N’Tan ao falar na cerimónia de comemoração do 55° aniversário das Forças Armadas Revolucionárias do Povo (FARP), criada a 16 de Novembro de 196O. Ele admitiu no entanto a entrada das forças policiais dos países da CEDEAO para ajudar durante o processo eleitoral. Biaguê Na N’Tan voltou a assegurar que o exércitovguineense não está interessado em envolver-se nos assuntos políticos e nem tão pouco em fazer golpes de Estado. “Vamos respeitar a Constituição da República, submetermo-nos ao poder político. Isso posso-vos garantir.Tranquilizem o povo da Guiné-Bissau: A partir de hoje nenhum militar vai sair à rua para fazer golpe de Estado”, afirmou o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, que manifestou a disponibilidade do exército em assegurar a tranquilidade do processo eleitoral juntamente com a polícia, caso for convidado pelo Governo. A eleição acontece no dia 24 de Novembro. Entretanto, desconhece-se a data da visita dos presidentes da Costa do Marfim, Gâmbia, Guiné-Conacri, Gana, Níger e Nigéria.

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