Wednesday 19 February 2020
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portalangop - 5 days ago

PR moçambicano pede apoios concretos da comunidade internacional

Maputo - O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, apelou hoje em Maputo aos parceiros internacionais para concretizarem os apoios que têm prometido para o fim da violência armada no centro e norte do país, alertando para o risco de alastramento dos ataques., Eu gostaria, nesse aspecto, de apelar aos nossos amigos que bom que os apoios que tanto proclamamos sejam objectivos e concretos , disse Filipe Nyusi, falando num encontro com o corpo diplom tico acreditado em Maputo, por ocasi o do in cio do ano. Nyusi assinalou que muitos pa ses t m mostrado disponibilidade para ajudar o pa s a acabar com as ac es armadas no norte do pa s, mas essa vontade n o tem sido materializada. Quando perguntamos sobre como querem apoiar, n o dizem nada, n o h coisas concretas , sublinhou o chefe de Estado mo ambicano. A ac o de grupos armados, prosseguiu, conta com o envolvimento de estrangeiros e pode alastrar-se para outros pa ses da A frica Austral. No mundo globalizado em que vivemos, os problemas internacionais n o t m fronteiras e incidem de forma comum sobre os nossos pa ses , enfatizou o chefe de Estado mo ambicano. Sobre os ataques em alguns tro os de estrada no centro, que as autoridades mo ambicanas atribuem a guerrilheiros da Resist ncia Nacional Mo ambicana (Renamo), Filipe Nyusi pediu lideran a do principal partido da oposi o que promova um di logo interno que acabe com divis es na organiza o. A lideran a (da Renamo) devia ser mais proactiva na promo o de um consenso interno , porque o pa s n o pode assistir impavidamente viol ncia , acrescentou Filipe Nyusi. O Governo, prosseguiu, vai encorajar o principal partido da oposi o a respeitar o Acordo de Paz e Reconcilia o Nacional assinado em agosto do ano passado, visando assegurar uma maior celeridade ao processo de Desarmamento, Desmobiliza o e Reintegra o (DDR) da guerrilha da Renamo. Na regi o norte de Mo ambique, mais concretamente na prov ncia de Cabo Delgado, Os ataques de grupos armados j provocaram pelo menos 350 mortos e 156.400 pessoas afectadas com perda de bens ou obrigadas a abandonar casa e terras em busca de locais seguros. Na prov ncia de Cabo Delgado, est o a avan ar as obras dos megaprojectos que daqui a quatro anos v o colocar Mo ambique no #39;top 10 #39; dos produtores mundiais de g s natural e que onde h algumas empresas e trabalhadores portugueses entre as dezenas de empreiteiros contratados pelos cons rcios de petrol feras. Na regi o centro, mais de 20 pessoas perderam a vida desde Agosto do ano passado, devido a ataques armados a alvos civis e das for as de defesa e seguran a, que as autoridades atribuem Junta Militar da Renamo, um grupo dissidente da guerrilha da principal for a da oposi o. ,

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